terça-feira, 30 de agosto de 2011
Turmalina MG Formatura Educar do Brasil
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
UFVJM - No Vale do Jequitinhonha - URGENTE
- Assumiu que a UFVJM é uma Universidade multi-campi, ou seja, pode ter várias unidades de ensino ou pesquisa espalhadas por outras cidades.
- Definiu que o território dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri é região prioritária para sua atuação.
- E ainda: adiou para o mês de outubro a decisão sobre incorporação ou não dos campi de Janaúba e Unaí, definido de forma autoritária pelo Ministério da Educação, sem a aprovação prévia do CONSU e nem consulta ao povo do Vale.
Leia a Nota de Esclarecimento, assinada pelo Reitor Pedro Ângelo Almeida Abreu:
N O T A D E E S C L A R E C I M E N T O
Em evento no Palácio do Planalto, o Governo Federal anunciou, no dia 16 de agosto passado, uma nova expansão do Ensino Superior, noticiando a criação de mais quatro Universidades Federais e de várias dezenas de campi universitários vinculados a Instituições do sistema de IFES. Dentre esses novos campi, foi noticiada a criação de campus nas cidades de Janaúba e Unaí no Estado de Minas Gerais, que seriam vinculados à Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Cabe informar que o Conselho Universitário não havia deliberado pela incorporação desses novos campi à UFVJM.
O Conselho Universitário já definiu a UFVJM como uma Universidade multi-campi para atender, sobretudo, as populações dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, vislumbrando, portanto, a implantação, quando possível e pertinente, de novas Unidades Universitárias, principalmente em cidades assentadas em territórios desses vales.
Portanto, esta Instituição entende a expansão do Ensino Superior público como uma política de Estado voltada para proporcionar oportunidades aos cidadãos de diferentes territórios do Brasil, mas, por outro lado, assumiu que os Vales do Jequitinhonha e Mucuri são prioritários para a sua atuação no ensino, pesquisa e extensão.
Em reunião realizada no dia 19 de agosto o Conselho Universitário deliberou que irá definir, até o início de outubro próximo vindouro, os territórios de atuação da UFVJM, quando, então, decidirá sobre a viabilidade de incorporar os campi das cidades de Janaúba e Unaí.
Diamantina, 18 de agosto de 2011
Prof. Pedro Angelo Almeida Abreu
Presidente do Conselho Universitário /UFVJM
Por uma descentralização da UFVJM com campus em cidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.
Assine o Abaixo-assinado:
A.UFVJM.é.do.Vale
terça-feira, 23 de agosto de 2011
huuuummmmmm
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
O tempo...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
'Nesta direção...
disse o Gato, girando a pata direita, 'mora um Chapeleiro. E nesta direção', apontando com a pata esquerda, 'mora uma Lebre de Março. Visite quem você quiser quiser, são ambos loucos'. 'Mas eu não ando com loucos', observou Alice. 'Oh, você não tem como evitar', disse o Gato, 'somos todos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca'. 'Como é que você sabe que eu sou louca?', disse Alice . 'Você deve ser', disse o Gato, 'Senão não teria vindo para cá.'
(Lewis Carroll)
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O povo massa de manobra
GANHEI CORAGEM Rubem Alves …
“Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece”, observou Nietzsche. É o meu caso. Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. Por medo. Alberto Camus, leitor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora em que a coragem chega: “Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos”. Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre o que me calei: “O povo unido jamais será vencido”, é disso que eu tenho medo. Em tempos passados, invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o “povo” tomou o seu lugar: a democracia é o governo do povo. Não sei se foi bom negócio; o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade.
Basta ver os programas de TV que o povo prefere. A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia, o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse na montanha para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro. Voltando das alturas, Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os Dez Mandamentos. E a história do profeta Oséias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras idéias. Amava a prostituição. Pulava de amante e amante enquanto o amor de Oséias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou. Passado muito tempo, Oséias perambulava solitário pelo mercado de escravos. E o que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oséias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: “Agora você será minha para sempre.”. Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta, mas sabia que ela não era confiável. O povo preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhe contavam mentiras. As mentiras são doces; a verdade é amarga.
Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos, o circo eram os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos. Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro “O Homem Moral e a Sociedade Imoral” observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se “responsáveis” por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo. Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse pressuposto que se constrói a democracia. Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado.
O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão. Quem decide as eleições e a democracia são os produtores de imagens. Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras. O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. Uma coisa é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham.
Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo. Jesus foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás. Durante a revolução cultural, na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar. O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer. O povo, unido, jamais será vencido! Tenho vários gostos que não são populares. Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos.
Mas, que posso fazer? Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio; não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol. Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e a engolir sapos e a brincar de “boca-de-forno”, à semelhança do que aconteceu na China. De vez em quando, raramente, o povo fica bonito.
Mas, para que esse acontecimento raro aconteça, é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute: “Caminhando e cantando e seguindo a canção.”, Isso é tarefa para os artistas e educadores. O povo que amo não é uma realidade, é uma esperança.
Rubem Alves
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Dia pela Educação, Saúde e Segurança Pública em Minas Gerais
terça-feira, 9 de agosto de 2011
★ Iluminado ★
Vi o meu sentido confundido, iluminado
Vi o sol enluarar, quando viu você
Vi a tarde inteira, a Sexta-feira, o feriado
Esperando o amor chegar e trazer você
Você chegou querendo
E que levou de você;
Sem saber que você já sou eu
Agora não entendo
O meu relógio o amor tirou
Mas sei que o meu coração
Tá batendo mais forte
Porque você chegou
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
São João Evangelista MG recebe Cursos Profissionalizantes da Educar do Brasil

sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Estou condenado a ser livre.
"Realmente, só pelo fato de ser consciente das causas que inspiram minhas ações, estas causas já são objetos transcendentes para minha consciência; elas estão fora. Em vão tentaria apreendê-las. Escapo delas pela minha própria existência.
Estou condenado a existir para sempre além da minha essência, além das causas e motivos dos meus atos. Estou condenado a ser livre. Isso quer dizer que nenhum limite para minha liberdade pode ser estabelecido exceto a própria liberdade, ou, se você preferir; que nós não somos livres para deixar de ser livres."
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Te amo mesmo
"Taí. Tá bom. O amor venceu. Você venceu. Venceu. Venceu. Venceu. E eu acabo de descobrir, simples assim, a única maneira de me livrar desse sentimento: aceitando ele, parando de querer ganhar dele. Te amo mesmo, talvez pra sempre. Mas nem por isso eu deixo de ser feliz ou viver minha vida."
Tati Bernardi
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Amo aqueles que não sabem viver a não ser como os que sucumbem...
pois, são os que atravessam.
Amo os de grande desprezo, porque são os de grande respeito,
e dardos da aspiração pela outra margem.
Amo Aqueles que não procuram atrás das estrelas uma razão para sucumbir e serem
sacrificados: mas que sacrificam à terra, para que um dia se torne do além-do-homem.
(...) Amo Aquele que ama sua virtude: pois virtude é vontade e
um dardo da aspiração.
Amo aquele que não reserva uma gota de espírito para si,
mas quer ser inteiro o espírito de sua virtude: assim ela passa como
espírito por sobre a ponte.
(...) Amo todos aqueles que são como gostas pesadas caindo uma a uma da nuvem escura
que pende sobre os homens: eles anunciam que o relâmpago vem, e vão
ao fundo como anunciadores.
Vede, eu sou um anunciador do relâmpago, e
uma gota pesada da nuvem:
mas esse relâmpago se chama o além-do-homem.









